O ambiente de uma escola modelo influência no aprendizado?

Por que o ambiente de uma escola modelo incentiva mais o aprendizado?

No Brasil, um dos temas mais polêmicos é a educação. Atualmente, o país sofre com a falta de verba para este setor que é de grande importância para o crescimento da sociedade.

Antes de tudo, é importante salientar o papel da educação. Se formos pensar mais afundo sobre o tema, podemos, antes de mais nada, explicitar que uma das coisas que nos difere de outras espécies de animais é a longa duração da infância.

E é justamente neste período que estamos com maior disposição para aprender. Mesmo nascendo sem nenhum conceito, nossa raça possui esta característica de se desenvolver as várias habilidades inatas, dependendo do meio que a criança é inserida. Tanto pelo lado físico, quanto o social.

Por essas características peculiares é que podemos afirmar, com toda certeza, que o desenvolvimento humano não aconteceria como nós conhecemos caso não existisse uma sociedade.

Educação na história

Veja bem, nas sociedades primitivas, todo o sistema educacional ficava por conta dos adultos, grandes responsáveis por transmitir o conhecimento e a cultura aos mais jovens. Jovens estes que quando cresciam viravam os próximos educadores.

Desta forma, vemos que a educação tem um papel de manutenção daquilo que conhecemos como ordem social. Contudo, durante vários séculos da nossa história, ter acesso à educação era coisa de grande privilégio, mais do que possamos imaginar.

Como nesta época a escola tinha grande função de preservar os valores da sociedade, erroneamente se pensava que uma educação igualitária seria prejudicial a este sistema. Este modelo só passou a ser colocado em xeque já no século XVIII, com a chegada do Iluminismo.

Nesta época, o pensamento do homem mudou completamente e, desta forma, começou a se discutir sobre a igualdade das pessoas e consequentemente, as diretrizes do ensino também mudaram. Agora, o entendimento era de que o ensino e a educação deveriam ser abrangente e para todos.

Educação, transformadora da sociedade

A educação tem como grande objetivo a transformação da sociedade. A tendência é formar cidadãos críticos. A proposta de uma escola-modelo e contemporânea é discutir a sociedade, de forma a apontar as várias contradições e, desta forma, usar a educação como uma ferramenta transformadora.

De um ponto de vista pouco teórico mas concreto, trata-se de tornar a educação um alicerce na luta contra a discriminação e as classes menos favorecidas da sociedade, principalmente aquelas com baixo poder financeiro, que ainda hoje não têm acesso a uma educação de qualidade.

Independente da classe social, é de grande importância o investimento em que chamamos de escola-modelo. Se pudéssemos pensar em uma receita milagrosa para melhorar nosso ensino, sem sombra de dúvida, uma infraestrutura de qualidade, com uma boa gestão e professores altamente qualificados seria um ótimo caminho a seguir em busca do sucesso.

Isso, inclusive, já foi vastamente discutido e analisado em vários encontros entre representantes de colégios do Brasil. Quando se fala em escola modelo, sabemos que é um método educacional totalmente diferente do que vemos Brasil afora.

Infraestrutura e professores qualificados são ferramentas para melhorar o ensino

Escolas modelos

As escolas modelos são lugares que normalmente escolhem seus alunos através de uma prova nacional. Nestes locais, existem uma infraestrutura de ótima qualidade e turmas pequenas, o que facilita o aprendizado do aluno. Geralmente as aulas são ministradas de segunda a sábado.

Além disso, não podemos esquecer da participação integral dos professores, que são bem remunerados e contam com infraestrutura a favor de realizar seu trabalho com competência.

Imagine só uma escola em tempo integral, onde os alunos são motivados a realizar as mais diferentes atividades. Salas de 15 a 20 alunos, o que facilita a comunicação entre professores e estudantes. São vários estímulos positivos para o sucesso educacional das escolas modelos.

Entre as escolas modelos, ainda temos ensino diferenciado. Várias delas, por exemplo, além de toda a infraestrutura, investem em um sistema educacional bilíngue, que é altamente positivo, principalmente se formos pensar no mercado de trabalho que uma criança enfrentará quando estiver na fase adulta.

Atualmente, é fácil identificar os vícios das nossas escolas tradicionais, que investem muito pouco em infraestrutura e utilizam muito mal os espaços. Grande parte destes sistemas de ensino, possuem os espaços compostos apenas de carteiras, lousa e cortinas. Totalmente diferente de uma escola-modelo.

Para não restar dúvida, um ambiente como este estimula pouco o aluno, e isso é visto a todo dia devido ao caos denunciado pelos veículos de comunicação sobre o descaso da educação brasileira, principalmente quando falamos do ensino público.

Escolas modelos e Escolas Públicas

Diferentemente deste contexto, as escolas modelo se utilizam de salas ambientes, que são interessantes, e estimulam o aprendizado dos adolescentes e dos jovens. Imagine uma sala destas em uma aula de história, onde se tem mapas, livros, DVDs e outras ferramentas. Isto, definitivamente, estimulará o aprendizado e a curiosidade do aluno.

Junto com isso, fica muito mais fácil, assim como vemos nas escolas modelos, que seja incentivado o desenvolvimento de atitudes consideradas positivas, como a convivência harmônica entre as pessoas, a solidariedade, o respeito e a tão falada paz. Isso tudo contribui para um sistema pedagógico eficiente e prático.

Unidas

Em encontros entre escolas públicas e privadas, é de comum acordo que o sucesso da educação esteja ligado diretamente à valorização do professor. Inclusive, para a maioria dos diretores, este é um ponto importante na educação, se quisermos melhorar e preparar melhor nossos jovens para o futuro.

Contudo, nem todas as perspectivas são negativas, principalmente se olharmos para o passado. Antes, tínhamos escolas privadas apenas para os filhos da burguesia e outra para os filhos dos operários, o que, em termos educacionais, é péssimo.

Portanto, apesar de nem todas as escolas seguirem as diretrizes que estão dando certo nas escolas-modelo, o panorama ainda sim é bem melhor que no passado.

Para se chegar a um consenso de melhoria é preciso assegurar que todo o currículo seja interdisciplinar. Em uma linguagem de fácil entendimento, isso quer dizer que os conteúdos ministrados entre si precisam manter um diálogo permanente, contextualizado, para que a educação, de forma geral, seja beneficiada pelo método utilizado nas escolas-modelo.

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5 indicadores para ser uma escola referencia

A qualidade é um fator decisivo em qualquer empreendimento. No caso das instituições de ensino, ela é imprescindível para garantir bons resultados. Uma boa escola é capaz de proporcionar aos alunos ambientes propícios à convivência e à aprendizagem e, consequentemente, consegue conquistar a confiança dos pais dos estudantes.
Pode-se questionar o que exatamente é qualidade e como se pode avaliá-la, mas já existem indicadores que podem auxiliar a mensurar o nível da instituição de ensino em variados aspectos. Veja neste artigo os 5 indicadores principais que podem fazer com que a escola se torne um exemplo no ramo!

Orientações gerais

Os indicadores têm o objetivo de permitir que os pontos fortes e fracos da escola sejam identificados. Assim, será facilitado o diagnóstico dos problemas e, uma vez conhecidos, eles poderão ser combatidos através de planos de ação que promoverão mudanças.
O ideal é que haja uma discussão com a participação de toda a comunidade escolar (alunos, pais, funcionários, professores e diretores) para que ocorram reflexões sobre os diferentes aspectos da instituição de ensino. Serão apresentados, a seguir, os 5 principais tópicos que devem ser debatidos e levados em consideração para verificar a qualidade da escola.

Ambiente educativo

O caráter educativo da escola deve ser a prioridade. Apesar de isso parecer óbvio, nem sempre é devidamente valorizado na prática. É comum que as instituições priorizem a memorização de informações e não promovam a formação cidadã dos estudantes.
Uma escola modelo, no entanto, garante que os alunos sejam educados para a convivência em sociedade e aprendam valores éticos. O ensino de qualidade engloba a amizade, o respeito, a disciplina e outros fatores. Para observar como está o nível da escola em relação a esses temas, são pertinentes os questionamentos:

-> Existe solidariedade e altruísmo na escola?
-> Os alunos estão satisfeitos, sentem-se bem no ambiente escolar?
-> Os professores e funcionários gostam das funções que desempenham?
-> Existe respeito por parte dos alunos, dos professores, dos diretores e dos pais?
-> As regras preestabelecidas de convivência são divulgadas e cumpridas?
-> Em caso de transgressão, o tratamento é adequado e justo?

Prática pedagógica e avaliação

As condutas dos professores são importantes para garantir um aprendizado satisfatório. Em vez de cobrarem que os estudantes decorem informações, devem estimular os alunos a compreendê-las, interpretá-las e relacioná-las. Para isso, o docente deve conhecer as limitações de seus alunos e encorajá-los a superá-las.
Além dos métodos de ensino, é importante levar em conta como ocorrem as avaliações, pois observar o nível dos alunos é essencial para que os professores façam um bom planejamento das aulas. É positivo que os estudantes possam opinar sobre o tipo de avaliação que farão e também é recomendável que a autoavaliação seja incentivada. Sobre essa dimensão da escola, é necessário refletir sobre as seguintes questões:

-> Os docentes fazem planejamentos para as aulas e trocam experiências com os colegas para fazê-los?
-> Os professores empregam variados recursos metodológicos para tornar a aula mais dinâmica?
-> Nas aulas, são estabelecidas relações entre os conteúdos estudados e o cotidiano dos alunos?
-> Os alunos são tratados em suas individualidades e têm seu ritmo de aprendizagem respeitado?
-> As notas são distribuídas de modo a contemplar diferentes atividades?
-> Os professores acompanham o aprendizado dos alunos e notam as evoluções e as dificuldades?

Uma escola exemplar é aquela em que os professores acompanham de perto o aprendizado dos alunos

Gestão escolar democrática

Nenhum estabelecimento deve ter uma gestão unilateral; é na coletividade que as decisões devem ser tomadas. Portanto, devem ser promovidos conselhos escolares, grêmios estudantis e reuniões para a discussão de aspectos relevantes da administração da instituição.
A gestão deve ser democrática e transparente. Sendo assim, os administradores devem ouvir as expectativas, sugestões e reclamações de todos e também compartilhar com eles o planejamento. Para verificar se a gestão está ocorrendo de forma responsável e participativa, é preciso questionar:

-> Existe um canal comunicativo eficaz entre a direção, os professores, os funcionários os alunos e os pais?
-> As informações relevantes sobre a escola (os projetos, calendário letivo etc.) são disponibilizadas para todos?
-> Há um Conselho Escolar organizado e atuante?
-> Existem grêmios estudantis que opinam e são ouvidos sobre as decisões da escola?
-> Quando são promovidas reuniões, as mães, pais e responsáveis pelos alunos comparecem e se inteiram da situação da escola?
-> A escola desenvolve projetos em conjunto com outras instituições da sociedade (ONGs, fundações, universidades etc.)?

Formação e desempenho dos funcionários

O sucesso da escola resulta do trabalho de toda a equipe. Ele não depende apenas de gestores ou de professores, mas também dos demais profissionais que compõem a instituição. Para que bons resultados sejam alcançados e a escola se torne uma referência, deve haver uma parceria entre todos eles.
Deve-se garantir, portanto, que os funcionários tenham competência para realizar as tarefas a eles atribuídas. É preciso, também, verificar se a escola conta com um número suficiente de profissionais em cada área e se eles são motivados a melhorar. Sobre essa questão, é conveniente pensar sobre as seguintes questões:

-> Os professores têm formação na área em que lecionam?
-> Os docentes têm oportunidade e incentivo para participarem de cursos de formação continuada?
-> São realizados encontros para que supervisores e docentes possam trocar ideias sobre metodologias de ensino e formas de avaliação?
-> A escola conta com professores e funcionários em quantidade suficiente?
-> Os profissionais são assíduos e pontuais no cumprimento de seus deveres?
-> A equipe, principalmente a de professores, é estável ou passa por constantes trocas?

Ambiente físico escolar

O espaço escolar é um aspecto importante para o desenvolvimento das atividades curriculares e extracurriculares, portanto, precisa receber a merecida atenção. O ambiente deve ser agradável, arejado, arborizado e propiciar o convívio.
Assim sendo, a escola exemplar deve contar com espaço que seja suficiente, bem-aproveitado e de qualidade. É necessário verificar se os ambientes são funcionais e estão em bom estado. Acerca desses fatores, são relevantes os seguintes questionamentos:

-> Os ambientes escolares estão adaptados para receberem pessoas com deficiência?
-> A escola disponibiliza um pátio para ser utilizado pelos alunos nos momentos de lazer?
-> Existe algum espaço destinado aos esportes, como quadras e ginásios?
-> A instituição conta com diferentes instrumentos didáticos que podem ser utilizados pelo professor (quadro, retroprojetor, livros, jornais, revistas etc.)?
-> Existe laboratório de informática com acesso à internet?
-> Há bibliotecas bem-equipadas, organizadas e amplas?

A escola de qualidade tem compromisso com a manutenção de seus espaços de estudo e de lazer, como a biblioteca

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Qual a sua opinião sobre esses indicadores de qualidade da escola? Pretende realizar essas reflexões junto a sua comunidade escolar? Queremos saber o que você pensa a respeito!
Para mais informações sobre como garantir que a escola seja uma referência, não perca os outros artigos do site! Há sempre novos textos relevantes sobre a qualidade da escola.

Marketing Escolar: como se sobressair?

Hoje em dia, as demandas das instituições de ensino são bastante diferentes daquelas de 25 ou 30 anos atrás. Esse é um ponto fundamental e precisa ser levado em conta na formulação das estratégias de marketing nas instituições de ensino.

Hoje, dada a competitividade do mercado, não restam dúvidas de que o planejamento das ações de marketing é necessário. Esse planejamento é tão necessário que está totalmente voltado para o aumento do número de taxa de matrículas. Portanto, o trabalho conjunto entre marketing e vendas é uma das grandes preocupações das instituição de ensino.

Como redesenhar o marketing das escolas e das instituições de ensino a fim de aumentar o número de alunos? Como atender as demandas e as necessidades do público alvo? Neste artigo, o objetivo é apresentar alguns insights sobre marketing educacional. Abordaremos, conjuntamente, os princípios de marketing úteis para as instituições e outros conceitos essenciais que garantem o nível de satisfação dos alunos.

O marketing das escolas e das instituições de ensino é redesenhado frequentemente com vistas aumentar o número de alunos.
 

Mudanças na sala de aula X Mudanças no marketing

 
Em um mundo em que a tecnologia corre em alta velocidade e proporciona revoluções em diferentes campos, a educação, da mesma forma, sofre grandes modificações. Todavia, as instituições de ensino brasileiras ainda funcionam com métodos do início do século XX.

Se, em termos de ensino, não podemos exigir avanços mais rápidos do que as escolas estão conseguindo, podemos recompensá-los no marketing educacional, já que este pode avançar e contribuir com o atual desafio.

Vamos direto ao ponto: o marketing educacional não pode ser modesto na hora de criar estratégias, principalmente diante de tantas mudanças em sala de aula. Confira abaixo algumas reflexões importantes a fazer antes de iniciar o plano de marketing da sua instituição:

* Como agem os pais e alunos na hora de escolher uma escola?
* Como a escola pode antecipar as decisões e escolhas dos pais e alunos para aumentar as chances de efetivação de matrícula?
* Como funciona o seu mercado? Há espaço para expansão?
* Quem são seus principais concorrentes?
* Por que seu produto é melhor do que o que já existe no mercado?
* Qual é sua estratégia para atrair novos consumidores?
 

A melhor estratégia: acertos no direcionamento da campanha

 
O ponto forte da estratégia de marketing educacional é quase sempre o público-alvo ao qual a campanha é direcionada. É necessário traçar os perfis adequados a fim de realizar captações de forma mais específica.

Para as gerações atuais, as mídias eletrônicas têm sido o melhor canal de captação. Segundo pesquisa da Fundação Telefônica, mais de 40% dos jovens usam a internet quase diariamente para pesquisas; para 42%, o celular é o principal meio de acesso à web.

As mídias mais eletrônicas têm sido o melhor canal de captação de alunos.

Conteúdo que vale ouro


Até o final do século XX, os recursos didáticos utilizados nas escolas se restringiam a livros didáticos, lousa e aula expositiva. Hoje em dia existe uma nova agenda de aprendizado. Essa agenda leva em consideração recursos multimídias que fortalecem o papel da criatividade e da inovação nas instituições de ensino.

Paralelamente às inovações em sala de aula, as estratégias de marketing de conteúdo ganharam espaço no marketing educacional.

O marketing de conteúdo cria conteúdo relevante e valioso, e acaba atraindo e gerando valor para as pessoas de modo a criar uma percepção positiva da instituição de ensino.

No caso das universidades, o marketing de conteúdo funciona como uma espécie de extensão da sala de aula, ou seja, distribui conteúdos para fora da sala da aula como forma de atração de públicos externos.

Dessa forma, o marketing de conteúdo produzido pelas instituições de ensino seria um instrumento para engajar públicos externos ainda não pertencentes à comunidade da instituição, o que acaba aumentando as chances de elevação das taxas de matrículas.

De fato, já existe um esforço para adotar conteúdo para além da sala de aula. Alguns deles postam aulas e disponibilizam conteúdos informativos utilizando-se das mídias sociais, muitas vezes de forma independente ou por teste dos professores.

Instituições que trabalham com educação há anos já começaram a adotar plataformas tecnológicas para distribuição de conteúdo. Essa distribuição não é feita só para ajudar de forma mais eficiente os estudantes, mas também para alcançar um número maior de pessoas em regiões mais remotas do país.

Importância da diversificação

A dinâmica do mercado pode deixar seus produtos parados no tempo e/ou inferiores aos da concorrência. Da mesma forma acontece no setor da educação. Não é possível sobreviver sem produtos.

É preciso desenvolver produtos para cada segmento e ter campanhas voltadas especificamente para cada um desses grupos. Por exemplo, existem sites de universidades que segmentam alunos por categoria, mostrando que, na cartela de produtos, existem aqueles próprios para segmentos específicos. Eis, aqui, a importância de se pensar os produtos que se vende, selecionando sempre o que vender e tomando as decisões certas de divulgação.

O papel do Inbound Marketing na Educação

É por meio da metodologia do inbound marketing que a equipe responsável pelo marketing da instituição de ensino constrói um relacionamento mais fiel com os alunos. Isso acontece desde quando ele começa a considerar a necessidade de um determinado curso.

O papel do chamado Inbound Marketing é orientar sem ser invasivo. Em outras palavras, inbound marketing significa mostrar ao aluno o porquê de sua instituição ser a melhor escolha.

Nesse espaço, o relacionamento entre cliente e empresa vai além da mera relação de compra e venda do produto. Vídeos e posts informativos, motivam e orientam o aluno para a compra.

Metodologias de Benchmarking

Como mostram os especialistas em marketing educacional, constantemente, o marketing bem-sucedido constrói atendimento de excelência e busca. Esses são diferenciais competitivos.

Às vezes, o caminho é a comparação com outras práticas. Dá-se o nome de benchmarking para tal técnica, cuja essência é a busca das melhores práticas de marketing como forma de ganhar vantagens competitivas.

A utilização da técnica compreende cinco etapas: o planejamento, no qual são definidas as melhores práticas a serem copiadas; a análise, na qual há a coleta, estudo e interpretação dos dados; a integração, na qual são definidas modificações possíveis; e a maturidade, que é quando se busca o aprimoramento das práticas e/ou dos produtos.

A essência do benchmarking é a busca das melhores práticas de marketing como forma de ganhar vantagens competitivas

Retenção do aluno também é marketing


Esta é uma etapa extra no marketing educacional, mas de extrema importância para instituições de ensino. Se há uma nova matrícula e um novo aluno, ele precisa sentir que fez a escolha certa.

Portanto, é importante continuar alimentando esse aluno, acompanhando sua evolução, suas dificuldades ao longo do curso e ofertando mais oportunidades de capacitação.

Em geral, as instituições sofrem com a evasão e a inadimplência. A instituição precisa demonstrar interesse no crescimento intelectual e profissional do seu aluno, dando segurança de que o investimento nas mensalidades tenha retorno garantido.

Certamente, este artigo te fez pensar sobre a importância do marketing educacional para o aumento do número de matrículas. Caso tenha restado alguma dúvida, sugestão ou reflexão, fale conosco!

O que não fazer nas mídias digitais da sua escola

Gerenciar as mídias digitais é fator essencial para garantir a boa imagem da escola.

Mídias digitais, em tempos de pleno acesso à internet e redes sociais, grande parte das instituições precisam dar uma atenção mais que especial a todos os detalhes que envolvem os conteúdos publicados nas mídias digitais.

O motivo não é em vão. Pesquisas na área de marketing comprovam que a grande maioria da população escolhe produtos e serviços a partir da consulta aos principais canais de comunicação digital das empresas, tais como Facebook, Instagram, Youtube etc.

Entretanto, muitas instituições ou empresas, por falta de conhecimento exato quanto a este assunto que ainda é novo para muita gente ─ o marketing digital ─, acabam cometendo alguns erros que poderão prejudicar o bom andamento dos negócios.

Por este motivo, elaboramos uma relação de itens que dizem respeito ao que não fazer nas mídias digitais da sua escola. Acompanhe!

1. Colocar fontes duvidosas


Nada pode ser mais prejudicial para a imagem de uma instituição educacional que vincular conteúdos de fontes duvidosas em seus canais de comunicação, principalmente nas mídias digitais que possuem um alcance de acessos infinitamente maior.

A escola, por sua natureza, deve sempre ser a fonte mais confiável de informação. Logo, ao falar sobre determinados assuntos nas redes sociais, sejam notícias, curiosidades ou qualquer outro, é imprescindível que os mesmos estejam vinculados a sites e profissionais confiáveis.

Em hipótese alguma deve-se vincular à imagem da escola conteúdo duvidoso de alguns sites de entretenimento, blogs ou qualquer outra fonte que prejudique a credibilidade da postagem e, consequentemente, da instituição. Portanto, caberá ao responsável pelas publicações feitas nas mídias digitais pesquisar um pouco mais a informação para verificar sua veracidade.

Uma boa alternativa consiste em ter um histórico de sites e páginas confiáveis, o que irá economizar o tempo de checar informações e oferecerá muito mais segurança quanto à postagem.

2. Restringir a linguagem a um público

Todas as escolas precisam estabelecer uma comunicação eficaz com basicamente dois públicos: Jovens e pais ou responsáveis por eles.

Desta maneira, um dos erros mais comuns cometidos pelas escolas ao divulgar seu conteúdo nas mídias digitais consiste em utilizar uma linguagem excessivamente formal, buscando atingir apenas os pais ou responsáveis.
Por outro lado, até mesmo estabelecer uma comunicação apenas “infantil” ou jovial demais também não é recomendado. É necessário equilibrar a linguagem e conteúdo de imagens que busquem atingir estes dois públicos, ou seja, que atenda os pais ou responsáveis, mas também os alunos.

3. Descuidar das fotos e imagens

As fotos e imagens sem dúvida alguma consistem nos grandes elementos referentes ao conteúdo publicado nas redes sociais. Como menciona o antigo ditado: “Uma imagem diz mais que mil palavras. ”

Para que estes recursos visuais atinjam o objetivo desejado, é indispensável que eles sigam algumas recomendações. São elas:

Prezar pela qualidade das fotos
Um erro brutal nas redes sociais de muitas instituições consiste em publicar fotos tiradas pelo celular, posto que a resolução delas ainda não é tão boa quanto a de uma máquina profissional, por exemplo.

Isso sem contar que jamais deverão ser postadas fotos tremidas ou embaçadas. Além de não seguirem normas básicas de estética, elas denotam um certo descuidado, prejudicando imensamente a imagem da escola. No âmbito institucional é imprescindível que as fotografias sejam feitas por um profissional, já que ele entregará um trabalho de máxima qualidade, influenciando na credibilidade da página.

As pesquisas de marketing digital comprovam que as instituições ou empresas que investem na qualidade de suas fotos e imagens, possuem maior índice de curtidas e compartilhamentos, alavancando seus produtos ou serviços.

Colocar legendas e descrições
O objetivo das legendas ou descrições de fotos é informar o leitor quanto ao que de fato aconteceu. Por isso, não há necessidade de grandes textos.

Basta explicar brevemente a importância do momento registrado para a instituição, pessoas envolvidas e até mesmo para a comunidade.

Por exemplo: O registro fotográfico dos alunos aprovados no vestibular poderá parabeniza-los na legenda, mencionando a satisfação da instituição e uma pequena frase de um deles relatando a alegria deste momento.

Criar álbuns
Ao publicar uma grande quantidade de fotos, ao invés de postá-las separadamente, a melhor alternativa é criar um álbum.

Muitas postagens diferentes sobre o mesmo evento acabam “sobrecarregando” a timeline dos usuários e desfocam a atenção.

Por isso, o ideal é reunir as fotos em um álbum nomeando-o com título e data do evento.

4. Usar as mídias digitais para tudo


É indispensável que as escolas jamais utilizem as redes sociais como canal exclusivo de comunicação com alunos, pais ou responsáveis.

Desta forma, todos os avisos de caráter informativo e comercial deverão ser fixados e divulgados em locais acessíveis, evitando o esquecimento de datas importantes quanto a provas, eventos, prazos de mensalidades etc.
As escolas jamais poderão abrir mão dos canais convencionais de comunicação em virtude da utilização das mídias digitais.

5. “Infantilizar” a instituição onde há também alunos de ensino médio


Para as escolas que possuem uma estrutura em atendimento ao ensino fundamental e médio, é indispensável atender a estes dois públicos, que são bem diferentes.

O grande erro de muitas escolas é “infantilizar” demais a instituição onde há também alunos do ensino médio.
Desta maneira, como poderá haver identificação por parte dos alunos mais velhos se a escola vive em função do ensino infantil?

Para agradar os dois públicos, é essencial mesclar o conteúdo da comunicação estabelecida das mídias digitais tanto no que diz respeito à linguagem escrita quanto aos recursos de imagem, buscando atingir todas as faixas etárias dos alunos vinculados à instituição.

6. Exagerar nas publicações


O exagero quanto às publicações consiste também em um dos erros muito cometidos com relação às mídias digitais das escolas.

De forma geral, são dois os principais. Um deles diz respeito ao excesso de postagens. Atualmente, por mais que as pessoas se mantenham conectadas, ninguém tem tempo de ler tantas informações divulgadas nas redes sociais.
Além disso, o excesso de conteúdo, seja ele escrito ou em imagens, causa um certo “cansaço” para o leitor, aumentando inclusive a possibilidade dele “descurtir” a página.

O ideal é estabelecer um número máximo de publicações por semana, não passando de uma por dia.
Outro erro com relação às postagens consiste em supervalorizar a escola, colocando conteúdos que não revelam a realidade da instituição.

É indispensável que a comunicação seja natural, sem jamais oferecer ou mostrar algo além do que a instituição poderá oferecer. Nada pode ser mais prejudicial para qualquer organização que a dita “propaganda enganosa” ou forçada.

7. Deixar de transmitir a missão e os valores da instituição


No que se refere à comunicação nas mídias sociais, um dos erros das escolas diz respeito a não transmitir em seus conteúdos a missão e valores da instituição.

Muitas escolas acabam focando somente nos serviços oferecidos, corpo docente etc. Principalmente no setor educacional, é fundamental divulgar a missão e valores da instituição, fortalecendo sua imagem diante da comunidade ao revelar seu senso de comprometimento para com seus alunos, familiares e sociedade como um todo.

Também é muito interessante que a escola vincule às redes sociais conteúdos relacionados a projetos socioambientais desenvolvidos pela instituição ou algum outro no qual ela seja parceira.

Nada é tão bem visto atualmente quanto um legítimo comprometimento socioambiental por parte das empresas, principalmente aquelas ligadas à área da educação, já que ela é responsável por desenvolver o senso de cidadania nos jovens e crianças.

Um caso de sucesso quanto à divulgação de uma ação socioambiental realizada pela escola, consiste na publicação de fotos dos alunos plantando mudas em alguns pontos da cidade no Dia da Árvore, por exemplo. Imagens caprichadas e boas legendas poderão ser suficientes para aumentar a credibilidade da escola perante a população.

8. Deixar de publicar histórias de superação


Quando as pessoas pensam na palavra educação, logo vem à mente a superação dos próprios limites. Por esta razão, as pessoas se encantam com belas histórias sobre a superação de grandes desafios por parte dos alunos.

Além disso, para o aluno e seus pais ou responsáveis, nada é tão gratificante quanto ver que todo esforço valeu a pena ao ter sua imagem vinculada a um caso de sucesso. Por isso, publicar nas redes sociais da escola histórias de alunos que passaram em concorridos vestibulares, que ganharam algum campeonato esportivo ou que obtiveram prêmios de redação, torneios de matemática etc, são essenciais para fortalecer a imagem da instituição.

9. Não ser participativo


Infelizmente, muitas escolas ainda mantem uma estrutura muito centralizada quanto à comunicação, incluindo as mídias digitais. Para usufruir de todos os benefícios fornecidos por estes canais, é fundamental que alunos, pais ou responsáveis possam participar quanto ao planejamento dos conteúdos.

Muitas das vezes, os jovens têm muito a contribuir e entender suas necessidades e anseios é fundamental na hora de definir os conteúdos a serem publicados.

10. Não publicar conteúdos complementares


No que diz respeito à gestão das mídias digitais das escolas, outro erro muito comum consiste em não vincular os chamados conteúdos completares ao site, páginas do Facebook ou até mesmo canal no Youtube.
O conteúdo complementar se trata daquelas informações que não estão diretamente relacionadas à escola, mas que possuem um caráter educativo ou de auxílio ao aprendizado.

Por exemplo, na página de Facebook de uma escola, publicar um artigo a respeito de dicas de memorização consiste num excelente conteúdo complementar, já que não está se referindo à instituição, mas agregando conhecimento para quem acessa a página ou blog.

É preciso que a instituição tenha bem claro que antes de qualquer coisa sua grande missão é educar. Somente com ela bem fortalecida perante a comunidade, alunos, pais ou responsáveis, é que a escola obterá os melhores resultados em todos os aspectos.

11. Deixar de vincular entrevistas com professores


Muitas instituições educacionais possuem renomados e talentosos professores em seu corpo docente, entretanto, elas esquecem de dar a eles a devida importância. Uma simples entrevista com perguntas e respostas interessantes e objetivas poderão se transformar em excelentes conteúdos para as mídias digitais da escola.

Para instituições que possuem alunos no ensino médio, um momento propício para divulgar estas entrevistas é algumas semanas antes do Enem e dos principais vestibulares. Esta estratégia aumenta muito o número de acessos aos canais, pois fornece conteúdo de qualidade e que vai ao encontro da necessidade do público-alvo.

Além disso, realizar entrevistas com os professores é uma interessante maneira de motivá-los e ao mesmo tempo demonstrar toda capacidade intelectual dos seus profissionais, passando ainda mais credibilidade para a população.

12. Negligenciar número de curtidas e comentários


No caso de instituições e empresas, não basta criar contas nos canais de mídias digitais sem atentar-se para os indicadores fundamentais quanto ao desempenho delas.

No caso das escolas, também é essencial analisar o número de curtidas e comentários feitos em cada post, já que eles são importantes indicativos quanto aos demais conteúdos que deverão ser publicados.

Através desta simples análise, é possível verificar quais conteúdos são mais absorvidos pelo público, assim como também aqueles que apresentam maior índice de compartilhamento e número de acessos.

A importância das mídias digitais para as escolas


As mídias digitais se transformaram em ferramentas indispensáveis para todas as instituições.

É de extrema importância que os responsáveis pela gestão das mídias digitais das escolas tenham consciência de que estes canais não se tratam de “revistas eletrônicas”, mas sim de importantes ferramentas de marketing que poderão interferir no sucesso da instituição.

Para que estas ferramentas proporcionem o efeito desejado, é indispensável preocupar-se com o desempenho delas, já que todo trabalho desenvolvido no que diz respeito aos conteúdos deve ter por objetivo atrair a atenção do seu público-alvo e fortalecer a imagem da instituição perante a comunidade.

É interessante ressaltar que as instituições educacionais, são por excelência formadoras e divulgadoras de opinião. Por este motivo, é fundamental que elas mantenham em todos os seus canais de comunicação um conteúdo significativo para as pessoas.

Sobretudo neste momento onde os brasileiros valorizam cada vez mais o poder transformador da educação, as instituições que naturalmente buscam entregar bons serviços e conteúdos de relevância, certamente obterão muito mais destaque no mercado.

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5 Erros do marketing escolar

No marketing escolar, alguns erros podem causar grandes prejuízos para o negócio.

Atualmente, devido às inúmeras ferramentas tecnológicas disponíveis no mercado e amplo acesso quanto aos benefícios da internet e redes sociais, tornou-se imprescindível para todas as empresas realizarem um excelente trabalho de marketing.

A todo momento as pessoas são “bombardeadas” com diversas informações. Entretanto, apenas aquelas que apresentam interessantes diferenciais e qualidade de conteúdo poderão chamar mais a atenção dos futuros clientes.

Por esta razão, um trabalho eficaz de marketing escolar deve ser altamente estratégico, sendo indispensável evitar alguns erros que certamente poderiam ser fatais para o sucesso do negócio. Falaremos sobre os principais deles.

1. Não se comunicar com o público jovem


Embora os pais e responsáveis pelos alunos também sejam – e devem ser– considerados como o público-alvo das instituições no âmbito educacional, um dos erros básicos das escolas quanto à elaboração das estratégias de marketing consiste em não priorizar as campanhas de comunicação para o público jovem – cliente final dos seus serviços.

Logo, em virtude da ausência de empatia com relação a esse público, a linguagem utilizada nos principais canais de comunicação da instituição se apresenta excessivamente formal, rebuscada ou pouco atrativa, consistindo em um dos erros mais nocivos do marketing escolar.

Para solucionar esta questão, é indispensável que os profissionais responsáveis pelo desenvolvimento das estratégias estejam bem antenados quanto ao “mundo deles”, buscando identificar seus gostos, posturas e comportamentos de compra, já que eles serão os principais influenciadores para a decisão dos pais.

Cada vez mais, os jovens estão tomando consciência da sua responsabilidade a nível social e até mesmo com relação ao meio ambiente. Basta analisar todas as grandes ideias surgidas nos últimos anos em diversos movimentos sociais que tiveram origem em grupos de jovens.

As escolas de forma geral precisam estar atentas a isso, buscando inovar conceitos, metodologias e oferecer todos os conhecimentos acadêmicos por meio de uma nova abordagem. Desta forma, é imprescindível que as ações de marketing escolar possam impactar essas pessoas de maneira positiva utilizando uma linguagem jovial, riqueza artística e ampla divulgação nos principais canais de comunicação utilizados pelos jovens.

2. Não expressar os principais valores institucionais


A base de qualquer instituição reside em seus valores, princípios, missão, objetivos etc, ainda mais quando se trata de segmentos ligados à educação, que possuem o intuito de fornecer conhecimentos para toda vida.

É indispensável que estes valores e demais diretrizes que norteiam o trabalho desenvolvido pela instituição estejam bem claros para a comunidade e principalmente para o público-alvo.

Desta forma, um dos erros com relação ao marketing escolar diz respeito ao fato desses valores não serem adequadamente expressados durante as campanhas.Por este motivo, o público não consegue identificar os diferenciais oferecidos pela instituição, o que certamente enfraquece seu nome e imagem diante do mercado que ela almeja atingir.

Para reverter esta situação, é indispensável que sejam revistas as estratégias de marketing adotadas, buscando enfatizar todos os aspectos que envolvem os principais valores da instituição, demonstrando o quanto ela preza pela excelência na educação oferecida aos seus alunos.

A sociedade vem passando por mudanças estruturais quanto à valorização da ética assim como fortalecimento das bases educacionais oferecidas pelas instituições em todo Brasil. Assim, para que uma escola se destaque, é preciso que ela procure deixar bem claro seus valores, aumentando a credibilidade dos seus serviços.

3. Não conhecer os serviços


Sem dúvida alguma, uma das maiores defasagens numa instituição de ensino diz respeito à falta de informação por parte dos membros da equipe. Muitas vezes, os colaboradores responsáveis por fornecer maiores detalhes quanto ao processo e valores de matrícula, metodologia de ensino, atividades extracurriculares, número de alunos por turma, informações quanto ao corpo docente etc, se sentem totalmente “perdidos”, deixando de transmitir a confiança necessária para os alunos ou responsáveis.

Com esse desencontro de informações, não há estratégia de marketing escolar que resista. Por este motivo, é fundamental investir no treinamento da equipe de atendimento, fornecendo constantes instruções e apresentações quanto a todos os detalhes que envolvem os serviços ofertados pela instituição.

Uma apresentação bem didática acompanhada por um material de apoio simplificado consiste numa excelente alternativa para manter toda equipe de colaboradores muito bem informada e afiada para esclarecer qualquer tipo de dúvida dos futuros alunos. Nada transmite mais credibilidade e segurança para as pessoas que procuram uma instituição de ensino que serem atendidas com objetividade e clareza.

4. Não pensar na fidelização


Na maioria das vezes, as estratégias adotadas nas campanhas de marketing escolar são focadas em conquistar novos alunos, mas não em fidelizá-los. Isso sem dúvida acarreta grandes prejuízos para a instituição, já que é comprovado que os custos para obter um novo aluno são infinitamente maiores que aqueles empregados para mantê-lo.
Fidelizar significa desenvolver políticas e estratégias no intuito de manter o aluno já matriculado satisfeito com relação à estrutura oferecida pela escola.

Isso envolve investir numa metodologia de ensino atualizada, prezar por um corpo docente capacitado, oferecer incentivos financeiros (como desconto em mensalidades ou pacotes) e acima de tudo, buscar proporcionar um processo educativo que considere a formação integral do indivíduo e não apenas mais um número na lista de matrícula.

5. Não seguir as diretrizes das campanhas de marketing escolar


Nada pode ser mais prejudicial para a imagem de uma instituição de ensino que não cumprir com as diretrizes estipuladas na sua campanha de marketing.

Muitas instituições prometem inúmeras vantagens e diferenciais para os alunos, no entanto, na hora da matrícula tudo muda de figura e o aluno que até então já estava conquistado, passa a odiar a instituição. Por esta razão, é elementar que todas as informações divulgadas nas campanhas quanto a preço, condições de pagamento, metodologia e demais informações estejam muito claras e sejam devidamente cumpridas.

Ainda mais em se tratando de instituições ligadas à educação, é imprescindível zelar pela imagem e postura ética diante da comunidade, alunos, professores e todos os demais usuários dos seus serviços. Esta é sem dúvida a melhor estratégia de marketing escolar a ser adotada.